A epilepsia é uma condição que afeta o cérebro e pode causar crises repetidas ao longo da vida. Essas crises ocorrem por causa de uma alteração temporária na atividade elétrica do cérebro e podem se manifestar de formas diferentes em cada pessoa.
Apesar de ser uma condição conhecida e tratável, ainda existem muitos mitos e falta de informação, o que acaba gerando preconceito e dificultando o acesso ao cuidado adequado.
As crises epilépticas não são iguais. Algumas pessoas apresentam movimentos involuntários, outras podem ficar confusas, perder a consciência ou ter alterações de comportamento por alguns instantes. Por isso, o diagnóstico precisa ser feito por um médico neurologista, com o apoio de exames que ajudam a identificar o tipo de epilepsia e o tratamento mais indicado para cada caso.
Seguir o tratamento da forma orientada é fundamental, já que interromper ou esquecer a medicação aumenta o risco de novas crises, quedas, acidentes e internações.
O Dia Internacional da Epilepsia, celebrado em 12 de fevereiro, é um momento importante para ampliar o conhecimento sobre a condição e orientar a população sobre como agir diante de uma crise. Manter a calma, proteger a pessoa de quedas e aguardar o fim do episódio são atitudes que fazem diferença e ajudam a reduzir riscos.
Agende uma consulta com um neurologista e tenha acompanhamento especializado para viver com mais segurança e qualidade de vida.





